sábado, 19 de abril de 2014

Como predito em 8 de abril de 2014: “A partir da Semana Santa, deste ano, aparecerão as brechas e o sentido da Minha Crucificação será distorcido”.

Como predito em 8 de abril de 2014: “A partir da Semana Santa, deste ano, aparecerão as brechas e o sentido da Minha Crucificação será distorcido”.

O Papa Francisco presidiu na Sexta-feira Santa, dia 18.04.2014, sua segunda Via-Crúcis, no Coliseu Romano, às 21 horas locais.

A Via-Crúcis levou a marca de Francisco, que encomendou a redação das meditações que são lidas a cada estação. A crise econômica, o desemprego, a violência contra a mulher, a solidão, a doença e a situação dos presos foram os temas abordados em cada uma das estações.

As meditações foram sobre “a pesada cruz do mundo do trabalho e o peso de todas as injustiças que provocaram a crise econômica com suas conseqüências sociais”. A cada estação, a cruz era carregada por trabalhadores, empresários, imigrantes, prisioneiros, órfãos e doentes.

Isto se resume a Teologia da Libertação que foi condenada pela Igreja Católica. Em nenhuma vez eles mencionaram explicitamente que Jesus derramou Seu Sangue e morreu na Cruz para nos redimir dos nossos pecados e para nos salvar da condenação eterna no Inferno.

Vamos mostrar alguns trechos destas “meditações”:

“II Estação – Jesus é carregado com a Cruz

Nele está também o peso de todas as injustiças que produziram a crise económica, com as suas graves consequências sociais: precariedade, desemprego, demissões, dinheiro que governa em vez de servir, especulação financeira, suicídios de empresários, corrupção e usura, juntamente com empresas que deixam os países.

Esta é a cruz pesada do mundo do trabalho, a injustiça colocada sobre os ombros dos trabalhadores. Jesus toma-a sobre os seus ombros e ensina-nos a viver, não mais na injustiça, mas capazes, com sua ajuda, de criar pontes de solidariedade e esperança, para não sermos ovelhas errantes nem extraviadas nesta crise.

III Estação – Jesus cai pela primeira vez

Com esta força interior, que Lhe vem do Pai, Jesus ajuda-nos a acolher também as fragilidades dos outros; a não encarniçar-nos contra quem está caído, a não ficar indiferente perante os que caem. E dá-nos a força para não fechar a porta a quem bate às nossas casas, pedindo asilo, dignidade e pátria. Cientes da nossa fragilidade, acolheremos no nosso meio a fragilidade dos imigrantes, para que encontrem apoio e esperança.

V Estação – Simão de Cirene ajuda Jesus a levar a Cruz

Aqui está a verdadeira cura do nosso egoísmo, sempre à espreita. A relação com os outros cura-nos e gera uma fraternidade mística, contemplativa, que sabe ver a grandeza sagrada do próximo, que sabe descobrir Deus em cada ser humano, que sabe suportar as moléstias da existência, agarrando-se ao amor de Deus. Só abrindo o coração ao amor divino, sou impelido a procurar a felicidade dos outros nos variados gestos de voluntariado: uma noite no hospital, um empréstimo sem juros, uma lágrima enxugada em família, a gratuidade sincera, o compromisso clarividente do bem comum, a partilha do pão e do trabalho, vencendo toda e qualquer forma de ciúmes e de inveja.

VII Estação – Jesus cai pela segunda vez

N’Ele reconhecemos a amarga experiência dos encarcerados de cada prisão, com todas as suas desumanas contradições. Rodeados e cercados, «empurrados violentamente para cair». Hoje, a prisão continua a ser demasiado distante, esquecida, repudiada pela sociedade civil. Existem as absurdidades da burocracia, a lentidão da justiça. Dupla pena é ainda a superlotação: é um sofrimento agravado, uma opressão injusta, que consome a carne e os ossos. Alguns – demasiados! – não conseguem resistir… E mesmo quando um irmão nosso sai, ainda o consideramos um «ex-preso», fechando-lhe deste modo as portas do resgate social e laboral”.

Esta liturgia da Via-Crúcis está no Site do Vaticano para quem quiser conferir:


Nosso Senhor predisse no dia 8 de abril de 2014:

“A partir da Semana Santa, deste ano, aparecerão as brechas e o sentido da Minha Crucificação será distorcido. Novas interpretações serão apresentadas perante os fiéis e as mentiras derramarão da boca dos Meus inimigos. A Minha Paixão será ridicularizada por formas subtis que não serão imediatamente perceptíveis. Mas quando o foco muda da Minha morte na Cruz e quando gestos estranhos tiverem lugar nas Minhas Igrejas, vós sabereis que isso é o início do desmantelamento da Minha Igreja na Terra”.






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